(...) Se na bagagem cultural de Nadir Afonso, há o arquitecto, o filósofo e o homem, na sua obra há a pintura, a perseguição exaustiva à essência da arte, à beleza oculta que se pressente, no êxtase da inteligência e da sensibilidade.
Letras & Letras, Março 1990.

Nadir Afonso é sem sombra de dúvida, um dos grandes personagens do nosso panorama artístico e impõe-se, naturalmente e por direito próprio, como um dos artistas plásticos de maior destaque na Europa.
Carlos Lança — Letras & Letras — 06/11/1991

Nadir Afonso expressa que «a experiência ensina-nos que os indivíduos de raças e meios diferentes, praticando a composição dos espaços e dos tempos, na procura da representação dos objectos da natureza, adquirem em relação às formas tanto espaciais como rítmicas uma sensibilidade específica, uma precisão de consenso susceptível de atingir rigor matemático». Para nós, a sua pintura passa por isto...
PB — Cidade Hoje, 11/02/1993

Nadir Afonso é um dos mitos da pintura portuguesa contemporânea.
A Capital, 18/11/94

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